sábado, 30 de março de 2013

Um Precioso Presente

Hoje faz exatos 6 anos que ganhei meu primeiro precioso presente...
Tudo muito tranquilo, rápido, como dita o manual.
Primeiro trimestre da gravidez: enjoos regados a muito mal estar. Emagreci 3 kilos!
Segundo trimestre: gás total, ótimo para começar o enxoval. Pouco engordei - apenas recuperei os 3 kilos!
Terceiro trimestre: ainda fazendo o enxoval, mas já sentindo mais dores: de cabeça, no nervo ciático, na coluna, câimbras horripilantes de madrugada, enfim... tudo que já se sabe que vem junto com a gravidez... nenhuma novidade! Só engordei 9 kilos!
Um dia antes da chegada, começaram as contrações... foi um dia inteiro controlando os intervalos... no final do dia, a pedido da médica, fui fazer uma avaliação no hospital. Já tinha 1 dedo de dilatação, como na consulta anterior, mas o útero já estava médio. Segundo o GA do plantão, eu estava em pré-trabalho de parto: poderia durar uma semana, ele achava que seria lá pro domingo (isso era uma 5a feira à noite), mas em todo o caso ele estaria lá de plantão até pela manhã, hahaha... ou seja, não podia prever quando seria!
Minha médica, então pediu que eu continuasse controlando as contrações e adiantou o horário da consulta que seria no dia seguinte pela manhã. Assim teríamos tempo suficiente para chegar ao hospital pretendido, em SP.
Fomos dormir no nosso horário habitual: lá pra meia-noite. O Marcos capotou, enquanto que eu continuei controlando as contrações, que começaram a apertar bastante... estavam cada vez mais doídas e com menor intervalo. Até que chegou num ponto que acordei o papai to be e liguei para a médica... ela pediu que fôssemos para a Maternidade, porque eu estava em trabalho de parto!
Ao chegarmos lá, já estava com 6 de dilatação... a médica plantonista falou que nem furaria a bolsa, senão não daria tempo da minha médica chegar! E um tempo depois ela chegou... já estava com 7 de dilatação e ela, então, rompeu a bolsa!
Aí a coisa ficou meio crítica... as dores se intensificaram bastante, mas tão logo também chegou a hora da anestesia... aí foi vapt-vupt! Foram precisos poucos empurrões para que uma cabecinha mega cabeluda começasse a aparecer!
Tava meio virada, quase precisou de fórceps, mas Deus foi maior e a fez virar bem na hora, fazendo a médica devolver o instrumento à assistente!
Tudo como planejado!
Às 8h12 do dia 30 de março de 2007 nasceu a princesinha mais linda do universo! Tinha 3 kilos e 51 centímetros! Perfeita como deveria ser! Notas 9 e 10 de apgar! O que mais pedir?


Hoje, completando 6 anos e com duas janelinhas na boca, posso dizer que não podemos pedir mais nada mesmo... a princesa é tudo o que os pais podem esperar de uma filha maravilhosa! Meiga, carinhosa, colaborativa, atenciosa, esperta, inteligente em tudo o que faz, danada... mansa, mas agitada, como toda boa criança que é feliz!!! Uma delícia de criança!

Só tenho a agradecer a Deus pelo presente tão maravilhoso! Não podemos realmente pedir mais... apenas desejar que se torne uma pessoa sempre do bem, cidadã legítima, com valores importantes tão escassos hoje em dia... e, posso falar com toda a franqueza? Papo de mãe coruja: já posso ver que ela está se tornando uma pessoa assim... Deus conserve!
Parabéns, Fabíola! Que Papai do Céu te abençoe com toda sorte de bênçãos... que você continue sempre sendo essa pessoa linda que é! Nós te amamos muito!



quinta-feira, 21 de março de 2013

Delícias de Páscoa 2013


A Páscoa está chegando e nada melhor do que se deliciar com gulodices chocolatosas... então, aqui vão algumas lindas e deliciosas opções, todas disponíveis para encomenda...
Mas não vacile, porque as quantidades são limitadas!

CESTA MIMO
Cesta aramada decorada
recheada com 2 brigadeiros gourmet (30gr).
Embalada em saco de celofane com fita.




TUBO DELÍCIA
Tubo plástico decorado recheado com
3 brigadeirinhos gourmet compridos (30gr).



CAIXA CHARMOSA
4 brigadeiros gourmet (60gr) envoltos em caixeta scrapbook
embalados em caixa transparente com fita.



CESTA DOÇURA
Cesta de palha com 12 ovinhos estampados
e recheados com brigadeiro gourmet (180gr).
Acompanha coelho de pelúcia.
Embalada em saco de celofane com fita.
ESGOTADO













COELHO BOLOTA
6 brigadeiros (90gr) embalados em caixa transparente.
Acompanha coelho de pelúcia.
Disponível em rosa, azul e lilás.




OVO SUPREMO
1/2 banda de ovo (75gr) feito com chocolate Belga
recheada com creme (60gr) + brigadeiro de colher (100gr).
Embalada em caixa kraft com fita.
Acompanha colher de porcelana.














SABORES DA CASCA DE OVO:
ao leite, branco ou meio amargo
SABORES DOS CREMES:
limão, maracujá e prestígio


Não passe vontade... faça já sua encomenda:
cris.tm@uol.com.br

domingo, 17 de março de 2013

Ah, o amor...

Ah, o amor...
O amor faz alguém sair correndo do trabalho para buscar sua esposa no laboratório, quando é avisado de que ela deverá ser imediatamente internada na UTI...
O amor, mesmo assustado, se faz forte para ela...
O amor cuida de tudo... e volta pra casa tarde, despedaçado.
O amor, a cada visita, é uma fortaleza... perto dela...
O amor se emociona ao dar os boletins para amigos e família.
O amor se faz em muitos clones para dar conta do recado...
O amor também cuida da flor, que também precisa de atenção e carinho... e que naquele momento fazia aniversário...
O amor demonstra não só o seu amor, mas um grande, um imenso amor...
Amor daqueles que não se vê toda hora por aí.

Ah, o amor...
O amor, quase despedaçado, se tornou um polvo, com muitos braços...
O amor agora também cuidava, além da flor, do botãozinho que chegara.
O amor sempre tinha a preocupação de trazer fotos da flor e do botãozinho para ela...
O amor "passeava" de trem e metrô todos os dias por causa dela...

Ah, o amor...
O amor providenciou tudo o que precisava para que ela tivesse tudo em casa
O amor não sabia o que fazer para agradá-la deixá-la bem
O amor assumiu todas as tarefas da mamãe, sem reclamar
O amor faz tudo o que ela não consegue ou deve fazer, sempre com o semblante leve...
O amor... o companheiro... a atenção...

Ah, o amor...
Eu sabia que ele existia, mas não podia imaginar a dimensão que ele tem...

Ah, o amor...
Meu amor.... obrigada por tudo... te amo pra sempre!!!


Eu tusso!

Sim, "Eu tusso!", me disse outro dia um amigo, zombando, no bom sentido, de minha tosse. Tentava me fazer rir e distrair. Cóf, cóf!
Há 2 anos, eu tusso. Cóf, cóf!
Tem dias em que eu tusso só um pouquinho. Cóf!
E tem dias em que tusso mais. Cóf, cóf!
Mas tem dias em que tusso feito uma vaca louca! Cóf, cóf, cóf, cóf!
Mas tosse é um assunto muito chato, por isso já aviso aos navegantes deste texto: este texto vai ser chato! Cóf! Cóf, cóf!
Não tenho só um tipo de tosse. Cóf, cóf!
São alguns tipos diferentes, que aparecem em ocasiões diferentes. Cóf, cóóóóóf, cóhupmpff!
Outro dia brinquei com uma de minhas médicas que escreveria um livro sobre os diferentes tipos de tosse. Mas ninguém o leria, porque seria chato demais. Cóf, cóóóóóf, cóhupmpff!
Não bastasse os tipos que já tenho convivido há um tempo, outro dia mudei um remédio e tive a sensação de que a tosse mudou - justo no dia seguinte da mudança. Coincidência? Cóf, cóóóóóf, cóhupmpff, cótchunnnnnf!
Parei com o remédio novo e voltei com o antigo. Cóf, cóóóóóf, cóhupmpff!
Bem, tusso porque agora tenho refluxo. Cóóf! Cóóf, cóóf!
Também tusso porque toda hora o tempo muda e a rinite me ataca. Se vira sinusite, então... aí a coisa fica preta! Cóóóóóf! Cóóóóóf! Cóóóóóf!
E, não se sabe exatamente o por quê, mas tusso quando faço esforço. Cóf, cóf! Cóf, cóf! Cóf, cóf!
Será da Hipertensão Pulmonar? Os médicos acreditam que não, mas já consideram a possibilidade. Cóf, cóf!
Será uma asma por esforço, também adquirida recentemente? Talvez... Cóf, cóf!
Será por que.... por que? Cóf, cóf!
Eu tusso! Cóf, cóf!
Cóf, cóf!
Cóf, cóf!
Cóf, cóf!
Outro dia aquela mesma médica me disse que minha tosse é uma incógnita pra eles. Cóf, cóóóóóf, cóhupmpff, cótchunnnnnf!
E eu disse a ela que não fosse uma incógnita, por favorrrrr, mas um desafio! Que, pelo amor de Deus, curassem minha tosse. Cóf, cóf!
O melhor de tudo (tentando manter o bom-humor aqui!) é que a tosse me dá mais falta de ar. Cóf, cóóóóóf, cóhupmpff!
E vamos seguindo, Cóf, cóf! Cóf, cóf! Cóf, cóf! Cóf, cóf!
Saco cheio! Cóf, cóf! Cóf, cóf! Cóf, cóf!
Eu tusso! Cóf, cóf!
Cóf!
Cóf, cóf!
Cóf, cóf, cóf, cóf!
Cóf, cóóóóóf, cóhupmpff!
Cóf, cóóóóóf, cóhupmpff, cótchunnnnnf!

terça-feira, 12 de março de 2013

Depois do dia em que a Terra parou - parte II

Depois que o Dia em que a Terra parou terminou, a Terra parece que começou a girar infinitamente mais rápido e, ao mesmo tempo, lenta feito uma lesma. Nossa vida virou de cabeça pra baixo. O Marcos tirou férias forçadas do trabalho, para dar conta de me visitar todos os dias na UTI, e cuidar de toda nossa vida sozinho... gerenciar a casa (graças a Deus que nossa assistente deu uma forçona), cancelar meus milhares de compromissos, providenciar isso e aquilo, atender aos pedidos dos médicos e da UTI e dar atenção pra Fabíola: cuidar de todo o seu mundo que, há essa altura, também ficara de pernas pro ar: mamãe foi fazer um exame e nunca mais voltou! Sem contar que seu aniversário seria na semana seguinte. Ainda bem também que tivemos aquela força dos avós, tios e alguns amigones super especiais que estavam o tempo todo disponíveis pra cá e pra lá. Ah, e a festinha que a Keyla armou pra ela com os amiguinhos da escola, de última hora, já que a festa oficial havia sido prorrogada por tempo indeterminado, foi sensacional! Sem contar a força dos amigos e parentes que correram com o chá de bebê para o João, que havia sido cancelado, na minha internação na véspera do dia marcado.
E tudo isso regado a um medo descomunal de tudo o que estava acontecendo. Não sabíamos direito o que estava acontecendo... os médicos nos explicavam tudo, mas eram coisas novas pra nós. Primeiro, a suspeita de Embolia Pulmonar. Nunca tinha ouvido falar e não fazia ideia do que se tratava. Aí veio a suspeita da Hipertensão Pulmonar, diagnóstico mais plausível e posteriormente confirmado pelo cateterismo. Também não tinha uma única pista do que era e do que isso significava. Só a família e os amigos, por meio do Dr. Google, que já estavam mais a par do assunto e em pânico contido, escondido de mim.
A cada troca de plantão médico da UTI, nos primeiros dias da internação, os doutores vinham ao meu leito e me faziam várias perguntas sobre mim e sobre possíveis causas dessa doença. Mas tudo o que me perguntavam tinham meu não como resposta, e saíam coçando a cabeça, sem entender o que se passava comigo, ou o motivo pra eu estar naquela situação. Haja exames de sangue. Tinha um em especial que fazia todo final de madrugada, a gasometria arterial, conhece? Tirar sangue da artéria, pelo pulso... gostoooooso! Não recomendo a ninguém!
Bem, conseguimos autorização da chefe da UTI para que a Fabíola pudesse me fazer uma visita, no corredor, no dia do seu aniversário: 30 de março. O Marcos providenciou o presente que decidimos dar e me levou um dia antes da visita, para que eu pudesse dar a ela. No dia, o pessoal da enfermagem me conseguiu uma cadeira de rodas e um cilindro de O2 para que eu pudesse ir até o corredor externo da UTI encontrá-la. Foi muito emocionante, mas fiquei com pena dela... não sabia o que seria mais positivo: ela me ver ou não me ver naquela situação. Mas fomos lá e ela ficou com uma carinha de assustada, sem entender direito o que estava acontecendo comigo, me vendo naquela situação. Adorou o "levetoque" (laptop) que ganhou, e logo pediu pro pai que queria ir embora comprar pilhas para o brinquedo, rsrsrs.


Durante todo esse período, os médicos, juntamente com minha ginecologista, monitoravam o bebê - eu estava com 32 semanas de gestação, mais ou menos. A boa notícia é que o bebê sempre estava bem! E já tinha uma perspectiva de ter atingido 2 kgs, então os médicos decidiram fazer o parto, para que eu não piorasse, para preservar o bebê e para que eu pudesse fazer os exames mais elaborados e tomar os medicamentos que não poderia, estando grávida.
Os 3 dias que antecederam o parto foram os mais cruéis de todos... não me falavam abertamente sobre os riscos da cirurgia, mas sabia que eram grandes. Perguntei pra minha ginecologista se tinha risco, e ela, meio sem graça, falou que sim, sem entrar em detalhes. Foram 3 noites péssimas e 3 dias com a cabeça num trabalho de revisão que, pode-se dizer, salvou a minha vida naquele momento - ainda bem que a chefe da UTI me autorizou usar o notebook e fazer aquele trabalho, senão acho que eu estaria num hospício agora, rsrsrs. Foram 3 dias de muito choro contido naquele cantinho da UTI.
Até que chegou o grande dia da cesárea. Tomei um banho logo cedo e desci para o centro cirúrgico. Todos - amigos e familiares, aguardavam do lado de fora, ansiosos por tudo o que estava por vir. Todos tinham ciência da gravidade da cirurgia e da incerteza dos médicos quanto ao que aconteceria durante o procedimento.
Ainda bem que minha médica usou de toda sua habilidade e técnica - e fé, naquele dia. E ainda bem que Deus resolveu naquele momento que não era minha hora... acho que minha missão por aqui ainda não terminou... game not over yet... ufa!!!
A cirurgia foi um grande sucesso - rápida como tinha que ser... só lamentei não ter dado para fazer a laqueadura, mas foi a orientação da pneumologista: que tudo fosse o mais breve possível.


Após a cesárea, que aconteceu com anestesia geral, subi de volta pra UTI, desacordada e entubada. Acordei lá pelas 16h e logo fui extubada.... ARGHHH... tirem esse tubo daqui!!! Ufa!!! Acordei.... estava tudo bem... e logo tive ótimas notícias sobre o João, que nem precisara ir para a UTI Neonatal, conforme havia sido previsto e programado. O pessoal nem acreditou quando percebeu que era ele no berçário, porque ninguém esperava vê-lo alí.
Fiquei bem nos dias que se passaram e, 2 dias depois, tive alta para o quarto para poder conhecer o meu filhote. Final feliz. Por 3 dias. As enfermeiras do berçário, que já me conheciam por terem que ir na UTI escutar os batimentos do bebê todos os dias, me deram uma colher de chá e levaram o João para eu conhecê-lo logo que cheguei no quarto, sexta-feira à noite, já bem tarde. Fiquei um pouco com ele naquela noite e no dia seguinte todo. Já no domingo, ele não veio, porque precisou ir para o banho de luz para tratar de icterícia.


Na segunda-feira, quando o telefone tocou para avisar-nos que ele estava recebendo alta do banho, eu estava sendo socorrida no quarto, com uma pré-síncope, e indo de volta para a UTI. Não sei se era o caso, mas tive a nítida sensação de que estava morrendo. Não conseguia levantar os braços, nem me mexer e tudo parecia se esvair na minha frente... bem parecido com aquelas cenas de filme em que as pessoas estão morrendo. Acho que foi o momento de maior medo em toda minha vida.
Já na UTI chegou o horário de visita e não queria que o Marcos e minha mãe entrassem e me vissem daquele jeito, mas não falei nada - até porque não conseguia falar. Eu só conseguia olhar para eles e sabia o quanto estavam preocupados. Eu tinha que tentar comer o lanche, mas foi o pão mais difícil de toda minha vida - levava, lentamente, pedacitos pequenos à boca, um de cada vez. Depois de algumas horas comecei a melhorar. Mais uma vez Deus me olhou e deve ter dito: "calma aí que você ainda tem coisas a fazer!". Foi nessa hora que fiz minha promessa, ainda não cumprida.
Nesse dia os médicos decidiram que seria melhor que eu me transferisse de hospital, para um local onde eu pudesse fazer os exames que precisaria sem ter que me locomover de ambulância pra lá e pra cá, e onde teria uma equipe especializada em Hipertensão Pulmonar para me tratar. Foi aí que me mandaram para o Beneficência Portuguesa de SP, para as mãos da equipe da Dra. Jaquelina, minha anja da guarda (juntamente com a sua equipe maravilhosa: Dra. Roberta e Dra. Alenita). Cheguei lá na madrugada do dia 11 para 12 de abril de 2011.
Outra etapa...

sábado, 2 de março de 2013

DIA DA MULHER!

Sim, 8 de março, o dia do ano dedicado às mulheres está chegando... já é semana que vem!
Você pode até achar isso bobagem, mas o fato é que as mulheres vem ganhando espaço no mundo nas últimas décadas e hoje é digna de todo respeito pela sua luta... 
É ela que consegue dar conta da família, da casa, da carreira... mais parece um polvo cheio de braços cuidando de tudo, cheia de garra e foco... e SÓ isso já não valeria sua admiração?
E para que elas possam ser presenteadas com delícias de chocolate Belga, preparamos alguma embalagens especiais de brigadeiro gourmet para esse dia! Garanto que ela vai adorar!

XÍCARA COM BRIGADEIRO DE COLHER
CORAÇÃO EM PORCELANA COM 6 BOLINHAS
CESTINHAS DOURADAS COM 2 BOLINHAS
(quantidades limitadas de cada embalagem)

Para encomendas, entre em contato pelo e-mail cris.tm@uol.com.br.
Válido para região do ABC. Entrega em algumas regiões, a combinar.